terça-feira, 2 de abril de 2013

O Que Sua Marca Está Fazendo Na Web?


O que sua marca está fazendo na web?
Talvez o assunto que vou falar esteja “batido” pra você, mas acredite ainda tem muita gente que precisa entender "certas coisas" quando se fala em fazer publicidade na internet.
São diversas empresas na web que acreditam estar fazendo o correto, mas estão meio que cegas em relação a alguns fatores que, por mais simples que sejam, são primordiais para uma campanha de marketing digital eficiente e eficaz.
Hoje é praticamente improvável que uma empresa não tenha pelo menos um pezinho na internet, de alguma maneira. Muitas realizam ações como o uso de Email MarketingSocial MediaSEO e Links Patrocinados, enfim, são diversas as ferramentas e estratégias para aproximar o público alvo da sua marca. Isso é bom, mostra que estão quebrando paradigmas e se adequando a outros tipos de ações, porém, alguns cuidados devem ser tomados. Para não falar muito mais do mesmo e me tornar repetitiva, vou chamar a atenção para detalhes que muitas vezes passam despercebidos e fazem a diferença na sua campanha online.
Suporte para quem cuida das mídias sociais
Seja uma agência digital ou uma equipe da própria empresa que cuide das ações online, é fundamental que a empresa dê suporte para esse pessoal. Algumas empresas não percebem essa importância e deixam a equipe na mão quando necessitam de informações para passar ao cliente, sem conteúdo (que é rei dentro da web) e, consequentemente, a ação fica comprometida.
Ferramenta não é estratégia
Muitos donos de empresas estufam o peito e dizem quando questionados sobre ações online: “ah sim, temos um perfil no twitter e uma fan page no facebook, estamos nas mídias sociais com tudo!” Engano, isso não basta. Se não há planejamento não há estratégia e muito menos ação online. Cada passo deve ser pensado, cada e-mail planejado, buscar o target correto, qual mídia usar, como fazer o monitoramento de tudo. Além disso, muitos esquecem de que toda a empresa deve estar sabendo de cada ação e os funcionários devem estar engajados e preparados para atender os clientes que virão após as ações. Semana passada mesmo, liguei para uma empresa, para saber sobre uma promoção em um site de compra coletivas (old, eu sei haha) e quem me atendeu não sabia. Perderam uma venda.
Se a ação online não é importante, melhor não fazer
Quando a equipe de marketing chega com uma nova proposta ou alguma dúvida e você, dono da empresa, deixa pra depois, é melhor começar a rever seus conceitos e as reais necessidades de estar online ou não. Infelizmente ainda vemos empresas que não dão importância para esse tipo de mídia e levam as ações “pelas coxas”. A ação online é uma atividade empresarial como outra, como a contabilidade ou setor de compras e se você não a valoriza melhor não começar.
Fonte.: Vitamina Publicitária 

segunda-feira, 1 de abril de 2013

A COLMEIA URBANA DA PHILIPS

Apicultura amadora ou design de interiores? Essencialmente, a Urban Beehive incita à reflexão. Projecta a manutenção de uma colónia de abelhas fora dos espaços que lhe são comuns. O problema evidente do desaparecimento da 'Apis mellifera' dos ecossistemas mundiais impulsionou a gigante holandesa da electrónica a avançar esta proposta que aproxima a apicultura urbana da realidade.

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Quase não seria de esperar encontrar abelhas no interior deste casulo futurista que, ironicamente, se assemelha mais a uma colmeia natural do que aquelas a que estamos habituados. Talvez não venha a ser lar de um enxame - não numa grande cidade, nem é esse o seu propósito. A experimentação e a inovação são as forças por detrás da evolução da tecnologia. A Philips focou-se na apicultura, seguindo a linha de investigação de outras grandes empresas, que traduz amiúde as suas preocupações ambientais, focando determinados pontos ao mesmo tempo que estimula designers e engenheiros a desenvolver produtos que, desligados das pressões de mercado, possam trazer avanços comercialmente aplicáveis.
A Urban Beehive não é um protótipo de produção e não será comercializada - faz, sim, parte do Microbial Home Project, uma incubadora de projectos conceptuais que partem da ideia de ecossistema doméstico, a casa como "máquina biológica", centro de esforços pela sustentabilidade. Segundo a empresa, projectos como este testam o futuro, mas querem-se principalmente como catalisadores de discussão, procurando aproximar as massas de problemas que passam muitas vezes despercebidos. Desta feita, a chamada de atenção é para o declínio das colónias de abelhas-comuns um pouco por todo o mundo, fenómeno cuja causa exacta permanece um mistério.
A Philips juntou-se aos esforços para trazer as populações de abelhas para um nível saudável, encorajando a prática milenar de manter as suas colmeias no meio urbano, equilibrando as necessidades básicas dos animais com aquelas do apicultor citadino. A proposta pretende colmatar uma falha fundamental noutros projectos e alargar a apicultura àqueles que não têm um jardim ou um terraço. Na cidade, poucos desfrutam de um espaço exterior, pelo que para instalar a Urban Beehive não é preciso mais que uma janela, uma vez que a estrutura é composta de duas partes fixas através de um orifício.
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© Phillips.
Acima de uma planta estrategicamente colocada, servindo de chamariz, está um pequeno túnel por onde as abelhas podem entrar e sair da colmeia. Uma vez lá dentro, estas encontram uma série de plataformas texturadas onde podem construir os alvéolos de cera que usam para depositar os ovos, para criar as larvas e para armazenar o pólen, o mel e alguns outros produtos. A colmeia propriamente dita, no interior da habitação, beneficia da atmosfera controlada e é coberta por vidro matizado que filtra o espectro luminoso, deixando passar apenas o comprimento de onda de cor laranja usado pela visão das abelhas. Esta cúpula amovível integra um mecanismo accionado pelo puxar de um cordel e que liberta fumo - que é sabido ter um efeito calmante - permitindo retirá-la e recolher o mel, sem descurar os habituais equipamentos de segurança. Não é explicado como é que, retirada a cobertura, se impediria que as abelhas, ainda que entorpecidas pelo fumo, se espalhassem pela casa, nem como convencê-las a voltar ao seu devido lugar.
Consultado pela Philips, o apicultor Malya Peter explica que o projecto pode ter um grande papel educacional, proporcionando uma oportunidade de aprendizagem singular, e até ter um efeito terapêutico, mas que é impossível uma grande produção de mel e que este não é sustentável a longo prazo. Uma colónia autossustentável - sem necessidade de ser alimentada com néctar - necessita de uma massa de cerca de três quilos de abelhas, o que representa um total de 90 mil a 150 mil indivíduos. Peter adverte também para a manutenção necessária, exigências que um amador poderá não conseguir satisfazer.
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© Phillips.
Este apelativo design prende a atenção, e as vantagens mútuas da sua aplicação são claras. No entanto, há razões maiores para que não seja comum encontrar abelhas numa grande cidade, como se encontra nos campos. São animais sensíveis e reservados, a poluição e o buliço afastam-nas. A escassez de alimento é também um problema. A 'Colmeia Urbana' pode representar uma vantagem para as abelhas no meio natural, e a sua colocação em zonas afastadas das pessoas, das constantes batidas no vidro, das luzes e de tudo o resto que compõe a vida moderna, pode ajudar a travar o seu desaparecimento, sem as tornar animais de estimação. Na cidade, essa ajuda provém exclusivamente da consciencialização.

Fonte.:Obvious 
Link: http://obviousmag.org/archives/2012/12/a_colmeia_urbana_da_philips.html#ixzz2PDwzszdr

quinta-feira, 28 de março de 2013

Google Play, uma arma na guerra dos tronos

Depois do Cookie Monster, agora é a vez de um personagem de Game of Thrones revelar suas preferências.


Ao som de O Fortuna, da ópera Carmina Burana, começa Retribution. A seleção de músicas que se segue também dá dicas sobre o usuário, um certo personagem de Game of Thrones. E o que este personagem pesquisa naGoogle Play?  Livros de Leo Zeibert e Maquiavel, games como Kingdoms of Camelot e um certo filme, digamos, educativo. Armas importantes para a guerra dos tronos.
Diferentemente do filme do começo do ano – quando o Cookie Monster buscou ajuda no Google Play para emagrecer -, desta vez é preciso estar familiarizado com a trama de Game of Thrones para entender a ideia. E apesar da simplicidade – e de seguir a exata receita do primeiro comercial, até que o vídeo é simpático.
Mais uma vez, a criação é da Mullen.

Fonte.: Brainstorm9
Link.: http://www.brainstorm9.com.br/35678/advertising/google-play-uma-arma-na-guerra-dos-tronos/

quarta-feira, 27 de março de 2013

Insustância Verde


Insustância verde
Temos um mercado. Grande mercado, cheio de produtos. Uns diferentes, outros iguais. De uns anos para cá, alguns de outra cor. Produtos verdes, “sustentáveis”.
De acordo com algumas pesquisas, se você compra uma palha de aço que tem em seu rótulo a palavra “eco” e promete não acumular bactérias, você não tem a certeza que a produção do produto não interferiu no equilíbrio do meio ambiente. E quase sempre, interfere.
Como sempre, trata-se o conhecimento de mundo do consumidor como o da maioria. Do povo. A grande maioria da população não tem vontade ou não tem nem sequer tempo de procurar a informação. Compra o que vê no rótulo. Como se compra notícia jornalística pela manchete. Da mesma forma.
Os produtos ecológicos são um problema. O que é extremamente paradoxal. A ideia é de solução.
Tudo começou com a invenção do raciocínio lucrativo. Não sei em que época. As pessoas começaram a pensar nas formas de ganhar mais dinheiro de qualquer maneira. Do jeito que se apresentar a situação. A sustentabilidade apareceu nas mídias, caiu na boca do povo. Foi o suficiente para departamentos de marketing começarem a abusar da cor verde.
Vá um dia fazer uma visita em alguma fábrica que produz o produto ecologicamente correto que você procura. Grande parte é produzido igualmente aos demais e adicionado alguma característica final para se tornar “verde”. Continuam poluindo o ambiente durante a fabricação e, na pior das hipóteses, só a embalagem muda.
O problema é a falta de informação e percepção das coisas de algumas pessoas. Acabam pagando mais caro por um rótulo que não vai ajudar em nada o planeta. Pior é se estiverem comprando apenas por status. O que é uma grande fraqueza consumista. Quer cuidar do “verde”? Tem outras milhares de maneiras. Assunto pra outro texto.
Nem todos os produtos são enganosos quanto essa natureza. Alguns cumprem o que prometem na embalagem. Mas desconfie. Sempre. Não pague mais caro por um rótulo.
Vamos pensar em uma conversa hipotética, claro, entra um produto “eco” e outro comum:
- Você por aqui? Não fica perto de mim. Sai da minha gôndola.
- Uma pessoa me jogou aqui por engano. Me desculpe. Sou mais barato mas sou limpinho.
- Você polue o ambiente. É mais barato só porque algumas pessoas não podem pagar para salvar o planeta.
- Mas tu é metido só por causa dessa faixa “eco” em você, hein?
- Sou premium. Custo o dobro do seu preço. Sai de perto. Não quero ser confundido com a ralé.
- Mas se só uma pequena porcentagem da população pode te comprar, como você salvará o mundo?
- Boa pergunta. Devo ser mais caro para fabricar.
- Mas te conheci na fábrica. No mesmo galpão.
- Para de falar. Aquela pessoa vai parar aqui pra comprar. Ah, passou direto. Culpa sua! Sai daqui!
- Já sei. Vou roubar a fitinha de “eco” do nosso amigo que está dormindo aqui!
- Não faça isso. Não tente ser o que você não é!
- Agora já fiz. Olha, tem gente vindo pra cá! Estão conversando sobre nós.
- Arg, vão te escolher porque é mais barato. Odeio gente pobre!
- Me pegaram! Vou ser comprado! Adeus, seu chato! – diz em sua última frase, o produto mais barato com a faixa ‘eco’ roubada.
Passou-se dez dias. A compradora não sentiu diferença no produto. O planeta também não.

Fonte.: Vitamina Publicitária
Link: http://vitaminapublicitaria.com.br/publicidade/insustancia-verde/

terça-feira, 26 de março de 2013

Facebook a maior rede social do mundo terá novo layout

 Mais uma vez a rede social Facebook está passando por algumas mudanças, na última quinta-feira (7) em um evento o CEO Mark Zuckerberg anunciou o novo layout do site, o mesmo passará por grande mudanças principalmente no Feed de Notícias, o novo design irá valorizar ainda mais o conteúdo visual como fotos e vídeos. De acordo com o CEO da empresa o conteúdo visual representava apenas 20% das postagens da rede social, nos dias de hoje esse número mudou para 50% do conteúdo do feed de notícias, por isso fotos e vídeos maiores tornaram-se uma necessidade. O novo layout está mais clean e proporcionará um espaço maior para as publicações na rede, além disso a página terá uma opção de múltiplos tipos de feeds diferentes, assim o usuário poderá escolher o que desejar ver. 

Há uma opção para visualizar todas as publicações de seus amigos, visualizar apenas publicações relacionada a música, apenas conteúdo de fan pages que você segue, apenas fotos. "Criamos o Feed de Notícias para ser o melhor jornal personalizável do mundo", declarou Zuckerberg. Ele conta que os usuários deverão ter todas as informações que precisam na página principal da rede. A novidade do layout também será aplicada para a versão móvel do Facebook. O objetivo é fazer com que a experiência da rede no celular seja idêntica a do desktop. O Facebook já começou a implantar as mudanças, mas os usuários deverão entrar em uma fila de espera para poder usufruir dos novos recursos. Se você deseja usar o novo layout do Facebook clique aqui e role até o fim da página e clique no botão Entrar na Lista de espera.



Fonte.:Noticias da Rede
Link.:http://www.noticiasdarede.com/2013/03/facebook-maior-rede-social-do-mundo.html