segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

O homem que voou mais alto que seus sonhos


“Um detalhe esquecido pode resultar em muitas decisões erradas”. Assim pensava William E. Boeing, o homem visionário e perfeccionista que construiu um grande império a partir de apenas um sonho: voar.


O que torna um desejo realidade? Não é apenas a vontade de realizá-lo, obviamente. 
Apesar de esse ser o primeiro passo, o desejo em si não é suficiente para dar vida a coisa nenhuma. É necessário ter uma visão estratégica a respeito daquilo que se quer construir. William E. Boeing é um exemplo disso. Um homem de visão que construiu um império e deixou um legado para toda a história da aviação.
William Edward Boeing nasceu em Detroit, em 1 de outubro de 1881. Herdeiro de uma herança de US$ 1 milhão deixada pelo pai, que morreu de gripe quando ele tinha 8 anos, estudou na Suíça em seus primeiros anos de vida e chegou a cursar a Universidade de Yale, mas não a concluiu.
Ao conhecer a história de Boeing, muitos podem dizer que tudo que ele construiu foi apenas por conta da sorte que teve ao nascer em uma família abastada. Só que ele tinha, na verdade, um um forte faro para negócios e investiu primeiramente no ramo madeireiro. Foi apenas ao ver um espetáculo de aviação em Washington que ele descobriu seu real talento: dar asas aos seus próprios sonhos.


Fonte.: Obvious. Acesse http://obviousmag.org/archives/2012/12/o_homem_que_voou_mais_alto_que_seus_sonhos.html





sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Uso indiscriminado da publicidade

Produzida pelo fotógrafo Sharad Haksar para a agência publicitária 1pointsize, a série de fotografias Brand Irony alerta para o uso indiscriminado da publicidade às marcas das grandes multinacionais que, num país pobre como a Índia, chega a ser insultuoso. Trabalho pleno de criatividade, humor e ironia.






Fonte.:Obvious. Acesse:  http://obviousmag.org/archives/2007/07/publicidade_per.html#ixzz2EMz8YqPA

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Levando Felicidade A Sério


Talvez você possa até não ter se convencido com o Papai Noel gigante da campanha de Natal da Coca Cola deste ano. Certo é que nos últimos anos o ciclo do conceito “Felicidade” tem apresentando ao público momentos graciosos  e belíssimos.
Centenas de “Vending Machines” que bem poderiam ser chamadas de “Máquinas da Felicidade” foram desenvolvidas, liberando latinhas, lanches e prêmios por um abraço ou uma incrível recarga de internet em seu smartphone. Pessoas se emocionando e sorrindo nos vídeos encantando e tornando o dia dos consumidores muito melhor e mais especial.
Ou seja:  o lugar dos sonhos de qualquer propaganda.
Mas nenhuma destas ações atinge melhor o objetivo deste conceito do que a campanha do natal passado da marca nas Filipinas.  A ação, que exigiu bem menos complexidade do que qualquer outra tornou o natal de três famílias Filipinas muito mais especial e singular.
Lá, cerca de 11 milhões de habitantes, o que corresponde a mais de 15% de sua população, abandonou o país a procura por oportunidades de trabalho melhores e mais dignas.  Sabendo disso a marca convidou três destes trabalhadores para fazer uma visita surpresa as suas famílias bem no dia do Natal.
O vídeo emociona no primeiro frame. E faz valer o teu play nessa época onde assistimos uma porção de campanhas natalinas que beiram o óbvio.


Parece simples, mas é fundamental que possamos demonstrar para as marcas  que, muito mais do que serviços e produtos, o que elas realmente devem vender é benefício.  Proporcionar aos seus consumidores coisas subjetivas e intangíveis que não podem em um primeiro momento sofrer nenhuma espécie de competição e concorrência.  E nada é tão bom e assertivo do que dizer para ao mundo de que quando você abre um refrigerante não está consumindo apenas um extrato químico de sabor artificial lotado de açúcar e sim felicidade.
Abre aí sua lata e assiste esse vídeo prestando bastante atenção. Vai valer a pena.




Fonte.: Vitamina Publicitária. Acesse http://vitaminapublicitaria.com.br/publicidade/levando-felicidade-a-serio-2/


quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Geração Y: Publicidade e "chata" para apenas 3%

Veja sete insights relevantes sobre o grupo de jovens que tomará a dianteira do consumo e do mercado de trabalho ao longo da próxima década



Espera-se que o 1,8 bilhão de pessoas que compõe a geração Y correspondam a 75% da força de trabalho em 2025 e ultrapasse a geração dos boomers (nascidos entre meados dos anos 1940 e meados da década de 1960) em rendimentos a partir 2018. Então, qualquer que seja seu pensamento sobre eles, uma coisa é certa: os anunciantes não podem ignorá-los. Aqui estão sete fatos que você precisa saber sobre estes consumidores. Os dados foram colhidos em estudo, realizado pela Edelman Berland e a comunidade online 8085 Live, com quatro mil integrantes da geração Y, de onze países. O estudo atualiza pesquisa feita em 2011.
A Geração Y deseja ser entretida pelas marcas. Cerca de 80% dos entrevistados fizeram tal afirmação quando consultados se queriam ser entretidos. Aproximadamente 40% disseram que querem que as marcas os deixem influenciar os produtos, por meio de co-criação. Mas só 31% afirmaram desejar que as marcas criem conteúdo online como vídeos, fotos, games e blogs. E uma minoria (19%) quer que as marcas realizem parcerias com celebridades. Boas notícias: somente 3% declararam que a publicidade é chata.
Os consumidores da Geração Y querem marcas que os ajude. Quando questionados se gostariam de marcas que os ajudassem, 77% disseram que querem marcas que deem assistência através de doações e bolsas de estudos; 75% citaram a oportunidade para marcas disponibilizarem mais experiências de vida. E 65% gostariam que as marcas se comportassem como mentoras que podem guiá-las. Entre 55% e 60% querem marcas que os auxiliem a conectar e compartilhar, utilizando o público de marcas como o Facebook e anúncios.
O objetivo de vida mais importante da Geração Y é ter um bom emprego com um propósito combinado à paixão pessoal. Isso foi citado por 80% dos interrogados, seguidos por outros onze objetivos – inclusive ter um imóvel, casar-se, constituir família e obter uma carreira bem-remunerada.
A Geração Y enxerga a si mesma no papel de líder. No estudo, 74% disseram ter o poder de influenciar as decisões de compra de amigos e aqueles de outras gerações.
Eles procuram ajuda na hora de decidir o que comprar. Segundo o estudo, 94% usam ao menos uma fonte como guia para decidir a compra de determinada marca.
A Geração Y dirá aos anunciantes o que pensam. Na pesquisa, 70% declararam que é responsabilidade deles compartilhar o feedback com as companhias após uma experiência de compra boa ou ruim. As porcentagens mais altas desses consumidores – acima de 80% por país – foram do Brasil, China, Emirados Árabes e Índia. Em contraste, 67% dividiu a opinião dos EUA.
Eles estão preocupados com o futuro, mas a economia não foi a principal preocupação. Apenas um quarto dos abordados, 25%, disse que a economia é a maior questão em suas vidas e na comunidade e no país.
Do Advertising Age
Tradução Isabella Lessa



Fonte.: Meio&Mensagem 
 http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/noticias/2012/12/04/Geracao-Y-publicidade-e-chata-para-apenas-3-#ixzz2EBUCC5OI

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Em um brilhante comercial, Internet Explorer cutuca o troll que existe dentro de cada um de nós

Todo mundo ama odiar o Internet Explorer, mas é justamente aqui que a Microsoft explora a sua melhor campanha publicitária já feita. Sem precisar de dancinhas ou celebridades, apenas honestidade e bom humor ao assumir a rejeição de seu produto.

O novo vídeo da inicativa browseryoulovedtohate – que começou com o IE9 e agora promove a versão 10 -mostra o troll típico, que crítica de qualquer maneira, e não perde a oportunidade de repetir sempre o mesmo discurso: “IE sucks!”


Mesmo que algumas coisas comecem a mudar, ele insiste, e sempre encontra motivo para reclamar e odiar, ainda que o Internet Explorer adote uma ilha cheia de gatinhos abandonados para fazer crianças felizes ao redor do mundo. Porém, sempre tem algo capaz de atingir o seu coração.

E não se engane. O título do vídeo, “Do you know this guy?”, é apenas uma pergunta retórica.

Não sei se essa transparência vai fazer os fãs de Firefox, Chrome e afins ensaiarem um retorno ao browser que já foi líder um dia, mas como é bom ver publicidade assim, principalmente partindo de quem não tem um histórico criativo de muito valor (tirando os antigos comerciais do Xbox).

Parabéns IE. Ainda não te perdoo por toda dor de cabeça que você me deu no passado, mas agora, sinceramente, te odeio um pouco menos.

Fonte.: www.brainstorm9.com.br