sexta-feira, 22 de março de 2013

Quando o plágio se cola como um tag


Spheres Of Fury. Não é ironia para referir a bola de neve em que se tornou a onda de acusações que corre nas redes sociais e blogues sobre o filme publicitário Animal Social, criado pela Euro RSCG e produzido pela Ministério dos Filmes para a nova campanha de publicidade da marca Tag da Optimus. Trata-se do título de um vídeo musical de Hecq Vs Exillion, dois produtores de música berlinenses, filmado e realizado por Tim Brown e Christopher Hewitt. Nesse vídeo, dois grupos de pessoas juntam-se numa espécie de descampado, lançam fumos rosa e amarelo e dão início a uma batalha com bisnagas. O mesmo que acontece no novo filme da Optimus, durante cerca de sete dos 30 segundos que compõem a versão exibida na televisão e durante grande parte de uma versão de um minuto e trinta segundos que circula na internet. Não tardaram as acusações de plágio nos blogues, tendo mesmo chegado a surgir um vídeo no YouTube que coloca os dois filmes lado a lado para revelar uma cópia praticamente frame a frame. Uma acusação rebatida por Ricardo Monteiro, CEO da Euro RSCG, que em declarações ao M&P esclarece que “a ideia do filme não é a da guerra de bisnagas mas sim a das várias ‘raças’ de animais sugerida pelos barretes que todos os intervenientes no filme usam. Em qualquer das versões do filme esta cena é apenas uma introdução, aliás na versão de televisão esta cena não deve ter mais do que cinco segundos”. “O conceito criativo deste spot não é a luta de bisnagas, é o conceito da interacção entre as várias raças que está subjacente à ideia de ‘animal social’ que pretendemos transmitir”, reforça Pedro Graça, responsável pela Euro RSCG Lisboa, que admite, no entanto, que o filme Spheres Of Fury foi visto pela equipa antes da produção do spot Animal Social. “Este foi um dos vídeos que foi visto por todos (cliente, agência e produtora) na PPM como referência para uma cena introdutória do filme, a cena da guerra de bisnagas. Mas foi mais para referência sobre questões técnicas como o comportamento cénico da água a embater nos intervenientes”, justifica Pedro Graça. Confrontado com o facto de muitos dos planos que surgem na versão de um minuto e meio serem semelhantes aos do vídeo musical, o responsável da agência afirma que “a versão original é a de 30 segundos que passa na televisão e que essa versão é uma derivação, não o contrário”. Mas faz ou não parte da campanha da Optimus? “Faz parte da campanha mas nunca foi uma coisa planeada com aquele formato. Há parecenças mas aquele filme resultou de material filmado que não constava do planeamento do shooting original”, justifica Pedro Graça, que acrescenta que “o realizador se entusiasmou e fez uma série de derivações. Não estou com isto a dizer que foi à revelia da agência, a produtora não fez nada que nós não soubéssemos, mas nada daquilo resultou dos planos que estavam previstos para serem rodados”.

Ricardo Monteiro deixa ainda uma crítica a toda esta situação, ao dizer que “contrariamente a outras agências, e os exemplos abundam, servimo-nos de referências visuais e buscamos inspiração na cultura popular. E nisso envolvemos o cliente, não o escondemos. A publicidade é isso mesmo, devolver à sociedade os sinais que ela nos envia sob uma forma comercial”. E questiona: “O I Gotta a Feeling é um plágio ou inspiração? A publicidade que faz referência a outros filmes, por vezes de longa-metragem, são plágios ou retratamentos comerciais de uma mensagem?” Contactada pelo M&P, a Optimus remeteu mais explicações para a Euro RSCG.

FONTE.: Meio&Publicidade 

quarta-feira, 20 de março de 2013

United Colors Of Benetton, Papa E Marketing De Oportunidade

United Colors of Benetton, Papa e Marketing de Oportunidade

Todo publicitário que se preze conhece as inúmeras campanhas controversas da Benetton. Ao longo dos seus quase 48 anos, foram vistos inúmeros anúncios que causaram as mais variadas reações, desde espanto, asco até admiração.
No final de 2011, foi lançada uma campanha para divulgar a Fundação UnHate criada pelo grupo Benetton. O propósito dos anúncios era combater o ódio e aproximar culturas, mas uma das peças foi extremamente repudiada pelo grande público e pelo Vaticano. A peça trazia uma imagem do papa beijando o imame da mesquita Al-Azhar do Cairo, Ahmed Mohammed el-Tayyip.
2. Benetton
O anúncio acabou sendo retirado em menos de 24 horas e após alguns meses, o Vaticano venceu a batalha judicial contra o grupo de moda italiano. Este acabou por reconhecer o equívoco ao usar a imagem de Bento XVI. Além desta, a campanha conta com mais 5 peças igualmente intrigantes.
E, depois das mais recentes notícias a respeito da escolha do novo papa, as Redes Sociais foram tomadas por inúmeros anúncios de oportunidade. Sensacional!
3. Heineken
4. Nissin Miojo Lámen

Fonte.: Vitamina Publicitária.

terça-feira, 19 de março de 2013

Comercial de papel higiênico mostra que nem tudo o iPad pode substituir

"O papel tem um grande futuro"



Sempre tem alguém para dizer como o papel vai morrer, e no futuro todos usaremos dispositivos digitais. Bem, nem tudo. É o que mostra esse comercial de papel higiênico.
Um pai fica importunando a família o tempo todo quando vê alguém usando papel, seja para escrever, desenhar, imprimir ou ler. O iPad é muito melhor pra todas essas tarefas, exibe ele orgulhoso da tecnologia que nos rodeia. Até que um dia…
Papel
Assinando com “O papel tem um grande futuro”, a criação é da Leo Burnettpara a marca francesa Le Trefle.

Fonte.:Brainstorm9 

segunda-feira, 18 de março de 2013

A opinião dos outros


Uma breve consideração sobre caixas de comentários, posts no Facebook e a dura descoberta de que os babacas somos nós.
Opinião
É constante, para não dizer diária – quiçá de hora em hora, como aqueles avisos da Telesena -, a reclamação que ouço de colegas e amigos que trabalham em propaganda sobre a babaquização do mundo. As pessoas, segundo a opinião destes colegas e amigos, estão muito “caretas” hoje em dia. O consumidor “não sabe mais rir de uma piada”, virou um “chato”. Até porque, “porra, é só uma brincadeira”.
Não raramente a reclamação vem acompanhada de uma lista com os últimos comerciais questionados junto ao Conar e com a já célebre consideração de que“Os Trapalhões” e suas piadas sobre gays, negros, mulheres e nordestinos, nunca seriam produzidos hoje, quanto mais veiculados no domingo às 7 da noite.
Não sei se vocês já estão por dentro, mas tem um lance aí chamado internet, que parece que veio pra ficar. Com ela, a rede mundial de computadores, vieram e estão ficando os fóruns de discussão, as caixas de comentários e as páginas das empresas no Facebook, que usualmente recebem uma enxurrada de postagens quando alguma mensagem publicitária ou decisão mercadológica desagrada um determinado grupo ou ajuntamento de pessoas.
Se há algo que podemos aprender sobre o que vivemos nos últimos dez, quinze anos, a primeiríssima infância da internet, é que gente que não tinha voz agora tem. E antes que você pergunte: não, eu não freqüento o Fórum Social Mundial.
SIM, DÓI MUITO QUANDO OUVIMOS QUE O BABACA DA VEZ SOMOS NÓS
Continuando. Existe uma montanha de gente que acha patético uma mulher se matando de fazer regime no comercial só para aparecer gostosa para os homens. Existe uma porrada de gente, que acha uma babaquice, pra utilizar o mesmo termo, esse lance de fazer Kinder Ovo azul pra menino e Kinder Ovo rosa para menina. Um daqueles meus amigos ou colegas de profissão diria que isso é a ditadura do politicamente correto.
Kinder Ovo
Bem, se você acha que mil reclamações sobre um comercial na página de uma empresa no Facebook é uma ditadura, do que você classificaria um comercial empurrando conceitos goela abaixo de 120, 130 milhões de brasileiros todo santo dia? Ou um programa de tevê em rede nacional reproduzindo a velha cartilha sexista de que meninos tem que brincar de carrinho e meninas tem que brincar de casinha? Ou uma multinacional torrando milhões de dólares para informar a você, que tem pelo no peito, que você é nojento?
O que nos leva a uma dedução simples: não é que o mundo embabacou. Agora as pessoas, todas elas, é que podem dizer quem ou o quê elas acham babaca. E, sim, dói muito quando ouvimos que o babaca da vez somos nós.
Fonte.:Branstorm9 

sexta-feira, 15 de março de 2013

Café Primeiro, Problemas Depois. Projeto-Wake-Up!

CAFEÍNA, ARTE e CRIAÇÃO com CAIO MARCATTO

marcatto

Recém formado na Puccamp em artes visuais o artista Caio Marcatto, transpira inspiração, positividade e muito ‘trampo’. Carinha de menino, ‘responsa’  de gente grande, leveza e intensidade puros como café.
Marcatto, perdeu os pais cedo, teve como referência de família a irmã mais velha, que sempre o apoiou, o menino que tinha tudo pra ser rebelde, transformou a ‘revolta’ em arte, foto, graffiti e CAFEÍNA PURA.
- Acontece que muito artista passa pro lado melancólico, eu preferi o lado feliz.  Caio Marcatto
Inspirado na energia renovadora do café, Caio Marcatto, aos 24 anos, apaixonado por fotografia e café, resolveu unir as paixões num projeto que batizou de Wake-up!, utilizando a técnica da fotografia de splash, Marcatto, retrata o despertar do ser com a cafeína de maneira enérgica e original. Demonstrando através das fotos:



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Um café que une e que sente!
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Um café que surpreende.
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Um café pra sarar a raiva.
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Um café pra sorrir.

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Um café.
Dizem que as tribos africanas, moíam seus grãos e faziam uma pasta utilizada para alimentar os animais e aumentar as forças dos guerreiros.
Hoje o café acompanha o humor, a política, a economia, as reuniões, as pausas das reuniões, acompanha o bom dia, a rotina, a vida, café é vida e eu não vivo sem café. (confessei)
Um café e um amor, quentes por favor. (Caio Fernando Abreu)
Inspiração, e um pouco de café, isso me basta. (Marcelli Neris)
O café deve estar quente como o inferno, ser negro como o diabo, puro como um anjo e doce como o amor. (Charles-Maurice de Talleyrand-Périgord)
Café é um líquido de influência, que em consumo mundial só perde pra água.
A cafeína age no sistema nervoso produzindo um estado de excitação, pode provocar efeitos colaterais como irritabilidade e ansiedade, também pode causar dependência física.
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Fonte.: Vitamina Publicitária.