Flanelinha: Aquele sujeito, proprietário de muitas vagas na rua, que te direciona falando “vem, vem, vem… vai, vai… mais pra cá… pode vir.. pode vir”, e no final ainda te cobra.
Pois é. Na Comunicação também temos isso.
É um fenômeno que eu batizo de “Flanelinha de Layout”.
É aquela pessoa que fica ao seu lado, te direcionando: “isso, aumenta o logo. Mais! Pode aumentar, sem medo… beleza! Agora vem… pega aquele box e vai pra lá. Vai, mais, mais… parou! Isso, agora aquilo lá, mais pra cá. Vem, vem, vem, vem, vem… isso”.
Esse é um fenômeno mundial, e tem até um Tumblr pra falar sobre isso.
O Hovering Art Directors.
Fonte: Brainstorm 9
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
O Come Come (não é o político)
Ícone dos games dos anos 80, o Pac-man conquistou um vasto público com sua jogabilidade simples e sem a violência comum nas plataformas árcades da época.
Seu modo de jogar é fácil de entender, mas dependendo do nível que joga não é tão fácil de aplicar... Ele está preso a um labirinto, correndo pelos corredores abrindo e fechando a boca comendo as pastilhas pelo caminho e fugindo de quatro fantasmas que o perseguem. Ele pode se virar caçador e inverter a perseguição se se alimentar de pílulas maiores, mas o efeito é temporário... Ao comer a última pílula, vence o jogo, ao ser encostado por um fantasma, subtrai-se uma vida.
O seu formato redondo deve-se a uma inspiração de Tohru Iwatani ao ver uma pizza com um pedaço faltando. Tohru desenvolveu o sistema e o nomeu de Puck-man, do japonês paku-paku “a boca de alguém a abrir-se e a fechar-se”. Assim foi lançada a primeira versão. Mas havia algo a ser corrigido: se por uma brincadeira substituíssem o “p” pelo “f”, não seria legal para a Namco. Pessoas que querem criticar coisas que não existem e colocando sentidos pervertidos na onde não há sempre existem e chamariam a atenção da Namco. A evitar esse incomodo a empresa renomeou o jogo e seu protagonista para Pac-man.
Há também outros personagens, a Mrs. Pac-Man (igual ao Pac-Man, mas tem batom nos lábios), Pac-Man Jr. (tem um chapéu com uma hélice embutida) e os quatro fantasmas Blinky, Pinky, Inky e Clyde).
Da lista que apresentei no posto sobre o Link, o Pac-Man está em 6º lugar.
Essa pizza esfomeada ganhou até desenho animado por Hanna-Barbera. Aqui no Brasil pela Bandeirantes em 1987, chamavasse “Comilão” e o personagem central tinha um chapéu de Indiana Jones.
Mesmo mudando o nome, os críticos reclamavam sobre o próprio jogo. Diziam que as crianças quando crescessem correriam em salas escuras, correria pílulas e escutando músicas eletrônicas repetitivas. Isso ocorre, mas não é culpa dele, eu acho...
Vídeos
Entrevista para o charges
José Serra come-come
Por Lucas Mendes Rodrigues
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Por Lucas Mendes Rodrigues
terça-feira, 2 de agosto de 2011
A evolução do design nos logotipos - Parte 1
A história por trás de logotipos de marcas famosas pode despertar curiosidade até mesmo em pessoas que não desfrutam de seus produtos. Porque elas estão no dia-a-dia de todos, seja nos meios de comunicação ou nas ruas.
Alguns desenhos desses logos são bem simples e óbvios, enquanto outros podem ser mais complicados e não parecem ter qualquer relação com seu produto ou empresa. E, por isso, causam surpresa quando suas origens são resgatadas.
A seguir, alguns exemplos da evolução de marcas muito conhecidas. Clique em "Mais Informações" para continuar lendo.
Bebendo Coca-Cola pelo mundo
Em uma pegada “Where The Hell Is Matt?” – um viral vida real e emocionante – Duane decidiu viajar o mundo e fazer um monte de coisas que sempre sonhou antes dos 30. Para registrar essa jornada, escolheu por algo que existe praticamente no planeta todo: Coca-Cola.
Sendo assim, ele bebe Coca em cada um dos países que passa e mostra tudo no vídeo abaixo.
Você deve imaginar logo que tudo isso foi inventado e patrocinado pela própria marca, mas parece que não. Duane alega ter contraído uma dívida de 22 mil dólares durante a viagem, e pede ajuda para pagar. Fica a dica, Coca-Cola.
Mas problema mesmo é que ele foi até para Buenos Aires, e nem se deu ao trabalho de dar uma passadinha no Brasil. Aqui também tem refrigerante, Duane.
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